Foi difícil achar companhia para esse filme (tanto que fui sozinho). Um amigo falou que, fora problemas de agenda, Cadáver (The Possession of Hannah Grace [1] – 2018) parecia ser uma coleção de jumpscares. E…
SINOPSE
Megan (Shay Mitchell) começa a trabalhar no turno noturno do necrotério do Metro Hospital de Boston. Daria tudo certo se um cadáver recém-chegado não tivesse a mania de continuar vivo.
EEE….
….e ele tava certo. É isso mesmo. O filme é fraco. Não é ruim, mas não é bom. Segue os padrões e os clichês do gênero. Inova pouco, mas não derruba muito a qualidade também.
A premissa do filme é bem legal, dá voz a um medo comum (e se os corpos do necrotério estiverem vivos?), e os personagens não são “tão burros assim”. Pelo menos isso.
INCÔMODOS
A pior parte mesmo são as quebras das próprias regras, e o final simples. O último, obviamente, não vou comentar. Mas Cadáver nos mostra, o tempo todo, regrinhas que ele quebra o tempo inteiro. O corpo consegue ficar de pé, ou rasteja? É lento, ou é super rápido? Ela precisa arrastar outros corpos ou não?
Nesse sentido, é tudo meio bagunçado. Não prejudica o entretenimento, mas incomoda.
PARTE BOA
Fotografia. O filme é lindão.
TÁ. EEE…?
E não tem mais muito o que comentar, mesmo. Os atores entregam o que lhes foi pedido, a trilha te dá tensão, os ambientes escuros estão de parabéns, e os efeitos (fora o do crematório) são bons. E o enredo é legal, mas é qualquer nota. Por sua conta e risco.
Abraços, e até logo!
MINI-CAST
Pode ouvir clicando aqui.

[1] Perae, que car@#$% de nome é esse?? E mais, achei o nome brasileiro MUITO melhor.




