Olha aqui. Se você coleciona bonequinhos, estatuetas… vá lá. Se você coleciona aquelas bonecas grandes, de feltro e porcelana, vai tomar no seu cu. Joga essas merdas fora AGORA. O filme de hoje foi A Casa do Medo – Incidente em Ghostland (Incident in a Ghostland, 2018)
SINOPSE
As irmãs Beth (Emilia Jones / Crystal Reed) e Vera (Anastasia Phillips / Taylor Hickson) vão, junto com sua mãe Pauline (Mylène Farmer), para a casa que a tia Clarisse deixou de herança. Beth adora escrever contos de terror, inspirada por Lovecraft, mas mal imagina que vai ter muitos motivos pra escrever em breve.

COMENTÁRIOS
Conversando com os companheiros de cabine, ficou claro o quanto esse diretor, Pascal Laugier, é renomado pelos seus trabalhos no terror. E que Incidente em Ghostland é até leve comparado aos que ele já produziu. O que me dá mais curiosidade e mais cagaço, de procurar os outros. Porque Jesus.
O filme tem muitos clichês, isso é inegável. Alguns inclusive, que me fariam desgostar desse filme. Mas a verdade é que não estraga. Pelo contrário, ele é ótimo no uso desses “vícios de linguagem”. Por que o filme tem um roteiro bom, e ele tem um domínio sobre a narrativa que te anima pra ver. Te prende no filme (mesmo você querendo sair dali o tempo todo).
Falando nisso, a narrativa tem uma forma de te iludir, de te confundir, que é fantástica. Não é exatamente novo, mas a forma como é usada é incrível. Outro dia, falando sobre Mare Nostrum, eu comentei como a quebra de expectativa pode ser negativa. Nesse filme é o contrário, ela é totalmente positiva.
E não deixa de dar medo. Pelo contrário. Primeira vez em minha vida que eu sinto meu sangue sair das pernas e… sei lá, evaporar. Com uma cena.

POLÊMICAS
Antes de postar, fui ver algumas informações sobre o filme, e percebi que ele está envolto em polêmicas. Levei um tempo até entender o motivo: O filme aborda doenças mentais, tortura, assassinato, pedofilia… E bonecas gigantes de porcelana.
Então sim, ele não é para pessoas sensíveis. Fica o aviso de antemão, não seja pego de surpresa.

MAS… SÓ ISSO?
Então, gente. Eu não quero falar muito da história, porque quando o filme é bom, eu quero que as pessoas vejam sem saber muita coisa. Inclusive, eu acho que já falei demais. Fica só uma dica: bonecas de porcelana gigantes NÃO.
E nunca façam gestos obscenos para outros veículos na rua. Você nunca sabe quem está dentro.
AH, tem outra coisa: Que tradução MERDA! Pqp, pior adaptação de título do ano.
É isso, por hora. Abraços a todos, e até!

P.s. dessa vez eu não gravei um mini-podcast. Acabei esquecendo. Mais tarde vou ver se gravo alguma coisa.

[…] de casos isoladosNossa resenha de Casa do Medo – Incidente em Ghostland“Tubaína” é uma alusão à tortura? No e-Farsas, e no Boatos.OrgReunião ministerial […]